Sentir-se ligada a alguém e a algo, a ponto do menor resquício de perda, o desespero toma conta e todas suas forças se concentrar em um único objetivo: proteção.Estar vulnerável, sentir-se assim, ter consciência e a partir disto estruturar-se.
Quando olho em volta, me vejo rodeado de amores que ora se consumam ou deixam de se consumir pelo seu potencial. E de em potencialidades e potencialidades o dito amor espera, é vivido em distância, aos poucos, por fração, em medida de tempos. Quando assim não faz, esse dito amor que vejo, enquadra, alinha, limita, põe viseira em nome da honra,da harmonia e da certeza genuína. E a cada momento o amor faz parte.. ou melhor é o peso da história.
E o tempo? Ele traz o tom de mudanças que surgem, mais não criam raiz. Por que o medo é mais forte, a duvida é o melhor escudo pois tem o conforto como resposta. E aí, mais do mesmo, replay, reprise ou então sequencia de impasses, meio caminho andando, voltas, sensações de incapaz...
E assim sendo, digo: Não dá, repito, pra mim: Não dá.
Pra ter vida no viver é preciso carregar a mistica, deixa-la sempre acessa ainda que em fagulhas mais acessa e a pesar de qualquer desventura embriagar-se sempre com doses homeopáticas de poesia, doçura, delicadeza e rebeldia.
Correr todos os riscos, doar-se, inclinar-se.
Ter fé nas pessoas, no coração das pessoas, no mundo, na transformação e sobretudo em nós. <3
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