Escrevivências

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Base I

Entender a vida é um desafio constante, pois, tantos são os seus significados que a interpretação em sua maioria é interpelada pelo tempo.Talvez, nunca fique explicito a total compreensão desdes pequenino passos, embora, busque racionalmente entende-los. Esse impeto de escrever, de registar no aqui e agora esses pensamentos é tão desmedido quanto o seu real sentido de escrita... por isso, o sentido aqui é além de próprio, intransferível.

Durantes esse ultimo período, houve muito desgaste,esgotamento e esvaziamento.
 Questiono: Foi merecido? Era preciso? Poderia ser diferente? Malditas perguntas! Malditas.

Fui forçada a parar, tive que parar. Parei em mim. E diante do espelho... Olhei profundamente para o reflexo e me vi tendo que parar. Me vi forçada a sair de cena sem garantir o espetáculo. Me vi errante por conta do meu melhor... que louco isso! Mas, é a verdade. Ao menos, é a minha verdade.

É novo. Isso de parar e respirar, sobretudo, isso de ser coadjuvante.. e por ser novo, é desconhecido. Portanto me diz: como mexer as peças, quando ainda não se conhece o jogo?

Engraçado os giros do mundo assim como o balanço do mar que em sua  revolta nos traz calmaria. Gostaria de ser sensível a ponto de conseguir descrever com exatidão essa sensação. Gostaria de encontrar palavras fidedignas para essa sensacional sensação de 'renovação', de libertação de um espirito quebrado, de ter vivido o amargo e ainda assim ser capaz de ser doce, de ter se perdido por um longo período e assim descobrir o quão importante se é ser e não parecer ser.

De certo, as memorias faram o seu papel de inoportuno, mas, não pesaram na balança da consciência, da clareza e da temperança. Pé que não anda, não toma tropeço. Afina-se a estrada, amola-se a espada, ergue-se o escudo. Sempre será tempo de luta, de batalha, de demanda.

Nenhum comentário:

Postar um comentário