"Antes de me ofender, Antes de se afastar... Gosto de você, pra começar."
É, eu sei, é louco. Mas, não obstante, essa loucura -hoje muito menos intensa- vêm com a ajuda do tempo 'amadurecendo'.
Eu devo ter muita sorte. Embora extremos-intensos tenham me levado ao fel, sinto-me tocada das mais sutis doçuras em pequenos detalhes encharcados de certas intenções. Mas, racional que sou, preciso reconhecer que talvez certas desventuras entre nós tenham literalmente partido meu anão, e pior, você ouviu o seu sonoro rompimento e conscientemente apertou o 'mute' e seguiu.
Por isso, acredito que não aja em certa medida coragem que comungue com as tuas elucubrações em relação a amar. Ou talvez, seja eu, que não consiga enxergar devido aos acúmulos que temos e sua notória despreocupação em demostrar, contribui absurdamente para algumas das minhas inquietações. A parte mais difícil (para mim) nesse enredo como um todo é a minha inexplicável dificuldade de acreditar no óbvio. E a extrema facilidade em elencar subsídios que não me permitem a acreditar no que apenas os olhos enxergam.
Nesse redomoinho infinito de interpretações tudo é sempre muito amplo e diverso. Entretanto, por vezes, a necessidade torna-se especifica. E infelizmente, sem perceber e na maioria das vezes, a gente sempre deixa de cuidar do que já se pensa ter nas mãos. Perdendo assim, o que se julgava ter mas aprendendo que ter condiciona cuidar ininterruptamente. Sinalizando que não há espaço para o depois em um tempo conhecido como eterno. Dessa forma se instaura além de um paradoxo, um imensurável conflito. Não só entre os quereres mais sobretudo entre os mundos em que se vive, em que se deseja viver e no qual se é possível ter verdadeiramente uma vida-viva e não uma sobrevivência.
Esse certamente é o meu tempo de 'ponto paragrafo finais', é o que está colocado para os próximos períodos. Laços não são cortados, são desfeitos. Renovando o espirito, alimentando a alma!
Indubitavelmente é imprescindível sentir em si as diretrizes que devemos caminhar, mudar, (re)construir, deixar... por quê o que temos em absoluta certeza são os caminhos e pé que não anda, não toma tropeço!
Indubitavelmente é imprescindível sentir em si as diretrizes que devemos caminhar, mudar, (re)construir, deixar... por quê o que temos em absoluta certeza são os caminhos e pé que não anda, não toma tropeço!
Por fim, gostaria muito de dar um passeio de alma contigo, sair do copro físico, desse mundo materializado e ir ali... transbordar amar, a- mor! tal como a lua.
"Eu tô por aí... Até lá, a gente vive, e um dia se encontra."
"Eu tô por aí... Até lá, a gente vive, e um dia se encontra."
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