O
receio que ora surge ao ser hipersensível e veementemente a flor da pele ao me
revelar por inteiro, é a certeza de que às vezes isso soe como 'exposição'.
Ainda que considere desnecessário, geralmente as pessoas se assustam ou não absorvem
sem desdenhar devido à certeza que isso gera no outro e que por sua vez tende a
não se importar, ou minimamente perdem estímulos.
Agora,
observemos que loucura é isto de ser o que se realmente sente. Sem mascaras, ou
prisões. Muitos menos sem os jogos de conquista previamente arquitetados, orgulhos
demasiados ou qualquer impedimento de ação em ressonância com o que continua a
existir apesar de 'erros', de decepções, de clichês, de medo, de traumas, de
resquícios... Isso de dizer claramente o que se deseja, pensa, julga e,
sobretudo o que se sente, bagunça qualquer 'cuca' que não tenha como base o
permite-se continuo independente dos destroços e cacos que os caminhos
escolhidos em outrora nos levou.
Acredito
severamente que as conexões uma vez estabelecidas sempre se encontraram e a
cada encontro o que é, o que foi, e o que se tem. Torna-se nítida. Possibilitando
livramentos dos medos e a entrega ao que lateja, pulsa e impulsiona.
Existe
uma imensidão de coisas que não se sabe mesmo sendo indispensável saber para
compreender todas as fugas, todos os mundos existentes em um só mundo em você e
nela. E na maioria das vezes essas são as coisas mais difíceis de saber, de
descobrir, de revelar... Pois, fazem parte do que é genuinamente seu. É parte
do âmago que constitui as suas marcas, suas lagrimas, suas historia, ou seja, é
você intensamente despida de sua própria égide.
Por isso,
suponho que caso a gente se reencontre em a-mor... Saberemos, descobriremos,
revelaremos. E muito provavelmente iremos vivenciar uma cena nova do ‘mesmo’
quadro. Senão, será dispensável... O laço foi desfeito e embora juntas
cada qual empoderou-se do seu caminho preservando infinitamente as
lindezas que devem ser repetidas e que certamente aumentarão em outra esquina
da próxima sacada entre duas estranhas.
“Nenhuma afogada pode saber qual gota de água que fez a sua respiração parar.”
AMEI, VOCE ARRASOU !
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