Escrevivências

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Pra você, Pra ele e elas.



Sinto falta do melhor de mim, eu não sei por onde anda a melhor parte de mim. Eu não sei por onde anda a minha fé, será que alguém a tomou de mim? Sinto falta do melhor de mim, eu só me lembro do meu melhor no passado, em lembranças, em momentos.  Eu não sei por onde anda minha confiança, será que alguém a tomou de mim? Sinto falta do melhor de mim, ele era recheados de presenças. Eu não sei por onde anda a minha energia, será que alguém a tomou de mim? Algo está tirando o meu melhor ou ele simplesmente se foi, virou outra coisa e eu outra pessoa. Até que ponto os cortes transformam a carne? A alma? A mente?
- EU ME RECUSO  A DESISTIR.
Talvez seja preciso apenas  uma coisa que dê certo, talvez seja preciso algo pra dar á liga. Tropeçar, cair, levantar, engatinhar, andar, correr, voar. Quantos silêncios a mais serão necessários para te fazer chegar até a mim e  em mim, por nós? Quantas coisas se  esvaíram, se misturaram e tomaram outra forma?  “As vezes o amor dura, mas as vezes ele te fere.”
Algumas escolhas, verdades e elos  consome a gente.  Não gosto de reparos, não gosto de está quebrada, Não gosto de emendas, Não gosto. Mas, eu gosto de você, eu gosto da gente, eu gosto do que tínhamos, do que vivíamos, do que temos potencial... Eu sinto falta mais eu não sei  voltar. Pra Lidar com a verdade das coisas, é preciso muito mais que a própria verdade. É preciso coragem, coragem e coragem.  
-EU ME RECUSO A DESISTIR.
Deve de haver algum sentido, nesse enredo está faltando as perguntas que lhe tira da zona de conforto e te faz mover as peças do tabuleiro chamado vida ou talvez você só não queria mover, só não se sente segura pra ir, pra deixar ir... sobretudo ir em frente. Por que no fundo, te assusta a certeza de que o tempo não volta atrás, nem dar pausas... e que o próximo passo foi só seu.  Mudar poderia ser leve se o nosso mundo fosse a Disney.
- EU ME RECUSO...

...é rotina deixarmos pra lá aquilo que não conseguimos lidar. Ignoramos. Sufocamos o que sentimos e o que foi provocado por que virou rotineiro vivenciar situações do gênero. A anos acostumou-se assim a relação. A anos se fala, se pontua, se reconhece e há anos a cena se repete. O que esta errado na cenário? Alguém precisa desativar  o botão de repetição, alguém precisa fazer algo. Alguém  precisa se libertar disso, superar, rever o que realmente é amor, companheirismo, amizade.. Alguém precisa não se calar mais, não aceitar mais, não reviver velhas cenas em quadros novos.Alguém precisa findar esse ciclo que só machuca, desgasta, desvaloriza, e tira o belo. É preciso aceitar. É preciso se importar menos e viver mais. É preciso desapegar, criar novos vínculos, encarar um rumo, vencer demandas, guerrear pelo que vale apena, pelo que pulsa, e principalmente pelo o que é correspondido. Esse é o detalhe maior de todos, a troca das coisas, de tudo, principalmente das ações. E nesse acerto de contas? quem paga é o coração...

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