Que confusão, que indecisão, que medo...
apesar de saber, nada é tão certo ao ponto de desenrolar tantos enigmas!
São tantas afinidades, interesses e empolgações que sempre esbarram na estrutura.
Falsa moral é o que está colocando a cada acomodação permitida. Ter a capacidade de fazer vários caminhos é ao mesmo tempo criar atalhos de percursos que precisam ser feitos por completo. O momento é crucial e sempre será, o que é feito com o seu tempo livre? quando a desculpa de não ter executado isso ou aquilo é justamente a correria e a falta dele...
Acelerei sempre que pude, ando sempre acelerando e agora que sinto a necessidade escolhi frear... não em tudo. Certas coisas não tem lá muito jeito me forjei assim e sinceramente? não me arrependo.
Entretanto o tudo que me cerca , me intriga ,me motiva e sobretudo me interessa em nada se materializa e isso não dá mais para ser assim, não dá.
A cada instante algo é perdido um detalhe , uma oportunidade , um sinal não é percebido e o recomeço disso ou de qualquer outra coisa não significa recuperar o que (se foi...) e isso de ganhar e/ou perder não terá fim e nem tem sentido ter. São nesses intermeio que a balança se mantém, ou não, mais ao menos busca-se o equilíbrio de um lado ou de outro.
Decidir, em sua maioria soa como limite de possibilidade além da sensação arbitrária de ter que ser apenas um ou seja uma escolha. É isso que implica? é isso? manter até guando der para articular entre um limite e outro, um risco, um avanço e um bem. Necessariamente decidir condiciona a não ter o outro lado da opção nem o avesso? Não em tudo, mais talvez em sua maioria seja isso aí. E por isso talvez que as vezes ou constantemente em torno das situações/relações outras/outros sempre surgem, deve ser esse medo ou esse excesso de coragem que nos prende a ter, ser e obter. É a lógica escondida na realidade que é dispara em relação a sua e a do mundo.
Não quero deixar a sociabilidade , não quero mudar rotinas, não quero saber menos do dia-a-dia, não quero menos amigos, não quero ser sóbria, não quero sensatez, não quero nada que se modifique por decisões de foco. não quero nada que se quebre devido aos novos tempos. não quero nada que não consiga ficar com toda e qualquer oscilação. Apesar de não querer... confesso que tenho medo de perder por mudar e decidir.
Acontece que agente cresce e esquece. dos pactos de amizade eterna e do "pá" sempre passamos a decidir e sermos decididos, novos elos, novas rotinas , novos dia-a-dia,novos gostos, novos...novos e nada velho!
Queria saber, se possível fosse, como seria se ambos (você e a vida) os dois lados da corrente diante de tudo exatamente como outrora foi se mantivessem firme e leal ao extremo e de forma intensa ao que acredita, ao que considera , ao que valoriza e decidirem que apesar do ciclo ser cíclico, das inovações e renovações compor toda a sinfonia da vida e dos encontros e despedidas serem elementos para o viver, as decisões , as necessidades , os traumas, as decepções,as escolhas, as obrigações, as responsabilidades , as cobranças, as expectativas e as privações não teriam em sua ressonância o abri mão e a perda de algo/alguém, que faz a diferença, que acrescenta e na falta? tudo muda mais acaba virando lembrança.
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