Escrevivências

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

O outro

(muito tempo sem escrever igual a tempo sem colocar coisas pra fora o que resulta em uma confusão de vida.)
"Então eu não vou deixá-lo perto o bastante para me machucar"

a desordem é um passo para ordem . clichê? balela? não só uma frase . produza você o sentido .
assim é , não só no que lê , mais no que se diz , no que se faz , no que se pensa , no que se imagina , no que se prepara ...
Nem sempre tudo isso e mais um pouco vai significar o que se quer dizer , fazer , pensar , imaginar e sobretudo no que vai se preparar . a arte da surpresa se encarrega de dar sempre o movimento da roda e mudar sempre a estação .
como o outro sabe de você ? ou melhor sabe de sua intenções?
"eu acho isso isso tão bonito de ser abstrato"

o que é a fraqueza de sensibilizar os sentidos que a trilha de viver nos apresenta ?
o que é sobreviver na fortaleça de ser forte?
o que é ter pretensão pra algo acontecer sem mover uma palha para ?
o que é o amanhã diante do que no agora você pode fazer?

existe sempre um mecanismo para cada situação de dor , de decepção , de tristeza , de solidão , de ferida que deixa marca escondido na desculpa da legitima defesa de não querer passar por isso ou parte disso mais uma vez . e o dialogo é feito na sua verdade , na sua reação , no que  se sentiu , no que machuca , no que você quer enxergar e assim como seguir sem reproduzir o que não se quer? e além do mais certas coisas não precisam ser ditas para serem entendidas se o assunto for sinceridade consigo .


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